Há coisas que não se escrevem, sentem-se. Apertam-se bem no coração para não mais sairem. São quentinhas e sabem bem.
Há coisas que não se escrevem, saboreiam-se. De todas as maneiras e feitios e sempre com um gostinho a Quero Mais.
Há coisas que não se escrevem, sonham-se. De olhos abertos e fechados. Intensamente.
Há coisas tão bonitas que acontecem em nós que se forem escritas perdem todo o significado. Um amontoado de letras incapaz de descever o que diz o coração, a pele, a nossa alma toda.
Assim, sentimos, saboreamos, sonhamos e essencialmente agradecemos ao destino, à vida, a um ser superior, a algo em que acreditamos, por ter escrito na nossa vida sentimentos impossíveis de reescrever.
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